quarta-feira, 31 de março de 2010

Mensagem da semana

Esta semana a nossa mensagem é novamente uma estória em que mostra que podemos aprender com nossos erros e nos tornarmos seres melhores. É uma estória da tradição budista:

" Zenkai, o filho de um samurai, viajou para Edo e lá virou empregado de um alto oficial. Ele se apaixonou pela mulher do oficial e foi descoberto. Para se salvar, matou o oficial e então fugiu com a mulher.
Mais tarde, ambos se tornaram ladrões. Mas a mulher era tão gananciosa que Zankai sentiu repulsa por ela. Por fim, deixando-a, ele viajou para longe, para a província de Buzen,onde se tornou um mendicante andarilho.
Para se reconciliar com seu passado, Zenkai resolveu realizar uma boa ação na vida. Sabendo sr uma estrada perigosa, sobre um precipício, que tinha causado morte e acidente para muitas pessoas, ele resolveu escavar um túnel naquela montanha.
Esmolando comida de dia, Zenkai trabalhava, cavando o túnel à noite. Depois de trinta anos, o túnel tinha 700 metros de comprimento, 6 metros de altura e 9 metros de largura.
Dois anos antes de o trabalho terminar, o filho do oficial que ele tinha matado, um hábil espadachim, encontrou Zenkai e resolveu matá-lo , para vingar o pai.
"Eu lhe entregarei minha vida de boa vontade", disse Zenkai. "Apenas me deixe terminar este trabalho. No dia em que estiver terminado, então você poderá me matar."
Assim, o filho esperou pelo dia. Vários meses se passaram e Zenkai continuou cavando. O filho se cansou de não fazer nada e começou a cavar também. Depois de ajudar para mais de uma não, percebendo o quanto aquela tarefa tinha sido difícil, ele admirou a vontade e o cárater fortes de Zankai.
Por fim, o túnel estava terminado e as pessoas poderiam viajar em segurança.
"Agora, você pode cortar a minha cabeça", disse Zankai. "Minha tarefa acabou"
"Como posso cortar a cabeça do meu próprio professor?", indagou o jovem. E as lágrimas escorreram por seu rosto."

"O segredo da vida é acordar todas as manhãs determinado a deixar mais bem do que dor em minha caminhada"(Joan Chittister)

Um pouquinho de yoga


Olá, hoje vamos começar a ver cada Yama em sua forma mais clara.
O primeiro dos Yamas é ahimsá, a ausência de violência.
Ahimsá é o respeito incondicional a toda manifestação de vida, animal, vegetal, mineral e, inclusive, o respeito por nós mesmos. Entende-se essa não violência ao não matar,não agredir, nem causar nenhum tipo de dor a nenhum ser vivo.
Ahimsá é a não violência de forma ampla, não só a não agressão física mas também a agressividade manifestada em palavras ou pensamentos de raiva, é o controle de qualquer manifestação negativa ou violenta que se manifeste em nós.
"Fazer aos outros o que gostaria que lhe fizessem".
O apoio à ecologia é praticar ahimsá, quando cuidamos no separar o lixo, no não desperdiçar a água, no não maltratar os animais, no não destruir árvores e plantas, estamos praticando a não violência contra a natureza.
O monge terapista Thomas Merton disse em certa ocasião que "permitir-se ser arrebatado por um sem número de preocupações conflitantes, render-se demasiadamente a diferentes exigências, comprometer-se com projetos em demasia, querer ajudar a todos em tudo é em si sucumbir à violência dos nossos tempos".
Às vezes é difícil percebermos que estamos praticando a violência contra nós mesmos, mas ao ler essa citação dá para percebermos o quanto atitudes como as citadas acabam nos ferindo. Pode ser a nível mental ou emocional(por isso tantos casos de depressão em nossa era), até atingir níveis físicos, onde o stress acaba por afetar nossa saúde.
Vamos combinar duas coisas para nossa semana? Praticar a não violência e escolher um dia, ou algumas horas, para ter um tempo só seu, para não fazer nada que se relacione a trabalho ou obrigação, faça o que puder sem cobranças internas e sem deixar que as cobranças externas o afetem.

"Atendo-se à não violência (ahimsá), cria-se um ambiente em que a hostilidade cessa"

quarta-feira, 24 de março de 2010

Mensagem da semana

O rei e o ladrão

Uma vez, um ladrão quis aprender yoga. Foi visitar um mestre e disse a ele que era ladrão, bêbado e mentiroso. Então o mestre falou que antes dele praticar yoga, teria que escolher um dos yamas e niyamas e ater-se a ele. O ladrão pensou:"minha profissão é roubar, é o que sustenta minha família, portanto, fora de questão, asteya (não roubar). Gosto muito de beber, é minha única fonte de prazer, então brahmacharya (controle sobre os sentidos: comida, bebida e sexo), nem pensar. Mas, deixar deixar de mentir (satya) não vai ser difícil. Vou seguir satya". Assim o ladrão decidiu viver dentro da verdade.
Uma noite nosso ladrão resolveu roubar o palácio real de uma cidade longe da sua. Eis que na mesma noite o rei andava pelos jardins do palácio entediado com aquela vida, buscando algo que o ajudasse a sair daquele vazio existencial. Os dois se encontram e o rei pergunta: "quem é você?" O ladrão diz a verdade: "sou um ladrão e vim roubar o tesouro real". O rei viu ali a possibilidade de viver uma aventura e encontrar a emoção que procurava desde cedo e, quando o ladrão perguntou-lhe quem ele era, o rei disse que também era ladrão, que conhecia onde era guardada a chave da sala do tesouro e que poderiam fazer o "serviço" juntos, dividindo igualmente o lucro. O ladrão concordou.
Os dois entram no palácio, chegam na sala do tesouro e dividem tudo de forma igual. Porém ao final encontram três enormes diamantes, que não podem ser divididos sem beneficiar a um ou outro. Então o ladrão, disse "vamos deixar este diamante para o rei, coitado, afinal roubamos todo seu tesouro." Ao separar-se no jardim, o rei pede ao ladrão seu endereço, para contatá-lo para futuros trabalhos. O ladrão fala a verdade.
No dia seguinte, o rei vislumbra a possibilidade de testar seu primeiro ministro. Chama-o e diz que teve um sonho: o tesouro real havia sido roubado e manda o ministro conferir a sala do tesouro.
Chegando lá o ministro constata o roubo mas vê que tinha sobrado um diamante e pensa "o nosso rei perdeu absolutamente tudo, este diamante não fará diferença nenhuma". esconde a pedra e volta ao rei contando o ocorrido: "não havia sobrado nada na sala do tesouro"
O rei manda buscar o ladrão, ele conta tudo desde o inicio, até o detalhe que havia sobrado um diamante.
O rei então vê que seu ministro não é de confiança, pois mente e rouba. despede o primeiro ministro e nomeia seu novo amigo, o ladrão, para ocupar o cargo.
Este, dado sua nova ocupação, deixa de roubar. E, como passou a ter outros prazeres, deixou igualmente de beber.

A moral de nossa estória: se escolhemos um dos yamas ou niyamas para seguir, os outros acontecerão sozinhos.
Vamos experimentar?

Yamas e Niyamas - mais um pouquinho de yoga

Você já ouviu falar em Yamas e Niyamas? São os dois primeiros passos, segundo Patanjali, (sábio, codificador do Yoga clássico, que calcula-se tenha vivido entre os séculos II a.C. e IV d.C.) dentro do yoga para alcançarmos a iluminação de nosso espírito.
Vamos durante as próximas semanas falar um pouquinho sobre Yamas e Niyamas.
Yamas, são atitudes externas, a procura de uma conduta moral e ética sadia. MªLaura Packer, em seu livro, A senda do Yoga, diz que, Yama significa morte, ou seja, fazer morrer tudo que em nós se torne um obstáculo para nosso crescimento, para a busca de nossa essência. Segundo Pedro Kupfer yama significa controle ou dominio. Os Yamas são as cinco proscrições: não violência (ahimsa), veracidade (satya), não roubar (asteya), ter controle sobre os sentidos (brahmacharya) e a não possessividade (aparigraha).
MªLaura Packer cita em seu livro que Niyamas caracterizam o florescimento das virtudes da alma e despertam nossa natureza real. Os Niyamas são a busca pela pureza (sauca), pelo contentamento (santocha), pelo auto esforço (tapas), pelo estudo de si mesmo e das escrituras sagradas (swadhyaya) e a entrega ao Absoluto (Ishvara pranidhana).
A cada semana vamos falar de um deles, hoje a nossa mensagem se baseia numa estória que fala em yamas e niyamas. Espero que você goste!

Um pouquinho de yoga

Quando se fala em yoga, ou as pessoas já se imaginam sentadas, em posturas de lótus, entoando o "Om" ou pessoas em posturas"contorcionistas" que, em nosso dia a dia, poucos conseguem fazer. Contudo o yoga não se resume só em ficar sentado em meditação ou praticando ásanas (posturas), o yoga vai muito além.
A primeira coisa que aprendemos quando iniciamos um curso de formação em yoga é que Yoga significa união. Após alguns anos de prática sinto que o yoga é ao mesmo tempo essa união com o Divino, fora e dentro de nós e ao mesmo tempo é o caminho que leva a essa união. E aqui copio as palavras de Pedro Kupfer, em seu livro Yoga prático :"Yoga é consciência; transformação da consciência humana em consciência divina".
Mas você pode se perguntar: como que praticar yoga vai me levar à essa consciência? Aí o porque daquelas frases tão usadas nas nossas práticas :"respire com consciência"; "perceba as sensações de seu corpo"; "observe seus pensamentos enquanto permanece em sua postura". Todas essas percepções nos trazem ao momento presente, faz com que estejamos na observação de nós mesmos e é nessa observação que vamos entrando em contacto com nossa essência divina.
Uma vez li que devemos prestar atenção em como reagimos dentro de uma prática de yoga, diante de um ásana fácil (se nossa atitude é de désdem pela postura e a fazemos de qualquer maneira, ou se damos o melhor, mesmo que aquilo seja muito fácil) e diante de um asana difícil (se nossa atitude é de tentar superar nossa dificuldade ou se já desistimos, antes mesmo de começar), no texto dizia que geralmente nossa atitude diante de um ásana é a mesma diante da vida, e do que ela nos apresenta.
Algo a se pensar, não é? Em sua próxima prática esteja ciente dessas palavras e se observe.

"É tão solitário quando você não conhece nem a si mesmo"
Red Hot Chili Peppers

quarta-feira, 17 de março de 2010

Mensagem da semana

Essa semana a nossa mensagem é copiada do livro "Bem vindo à sabedoria do mundo", de Joan Chittister. No capítulo ela fala sobre "o que nos leva a ser bem- sucedido?".
"A tradição budista nos fornece um modelo de sucesso que muitos chamariam de fracasso:
Uma vez, Tetsugen, um seguidor do zen no Japão, resolveu publicar os sutras sobre a vida de Buda, em japonês. Naquele tempo, os sutras só estavam disponíveis em chinês. Traduzir e publicar esse trabalho em japonês seriai, então, um projeto de grande significado, cujo valor seria aplaudido em todos os lugares.
Os livros seriam impressos com blocos de madeira, em uma edição de sete mil cópias, um empreendimento tremendo.
TetsuGen começou a viajar e recolher donativos para esse fim. Uns poucos simpatizantes lhe deram uma centena de peças de ouro, mas, na maioria das vezes ele recebia apenas umas poucas moedas. Ele agradecia a cada doador com o mesmo reconhecimento. Por fim após dez longos anos esmolando aqui e ali, Tetsugen conseguiu o dinheiro para sua tarefa.
Aconteceu que, naquele mesmo tempo, o rio Uji transbordou. E, por consequência, houve escassez de alimento. Tetsugen pegou o dinheiro que havia conseguido para publicar os livros e o usou para salvar os aldeões ribeirinhos da fome e da morte.
Então começou outra vez a pedir dinheiro para produzir os sutras.
Demorou sete anos até que Tetsugen conseguisse o dinheiro para iniciar a tarefa. Mas, assim que o conseguiu, uma epidemia se espalhou pelo país. desta vez, Tetsugen gastou o dinheiro que havia juntado para ajudar os doentes.
Após mais vinte anos pedindo dinheiro, por fim ele poderia publicar os sutras em japonês.
Os blocos de madeira que produziram a primeira edição dos sutras ainda podem ser vistos no monastério de Obaku, em Kyoto. Mas hoje em dia, os japoneses contam a seus filhos que Tetsugen fez três conjuntos de sutras e que os dois primeiros conjuntos invisíveis, superaram o último.

Uma passagem singela e que nos faz refletir: quando olhamos para trás e nos perguntamos o que realizamos na vida, ao que dedicamos nosso coração, haverá apenas uma lista de pertences e um balanço bancário a apresentar? Ou haverá talvez um ser faminto, um doente, uma pessoa solitária sobre a qual podemos dizer, a nosso favor, que, se não tivéssemos existido, a vida dessa pessoa seria muito mais pobre (e entenda-se aqui não só a pobreza do pão)?
No fim o que conta é o modo como fazemos as coisas que devemos fazer."

E, copiando madre Tereza de Calcutá: Se não pudermos fazer grandes coisas, façamos pequenas coisas, mas com muito amor!

Estamos na Lua Nova

Essa fase da lua é considerada como um ponto de partida, temos em nosso ser o vigor dos novos começos. É um momento de ver as possibilidades e reservar um tempo para programar o que deve ser feito, pois, nessa fase, nossa alma está mais ligada ao inconsciente, a intuição está aguçada, conseguimos ouvir as vozes de nossa verdade interna, difíceis de serem escutadas quando nosso lado racional nos domina. Tempo de confiar no que está por vir.
Simbolicamente a vida está recomeçando. É como se a cada mês tivéssemos a oportunidade de dar um passo em direção ao novo. É uma ótima fase para iniciar projetos e atividades novas, mudar hábitos, experimentar maneiras diferentes de fazer as coisas. Boa lua para começar a poupar, iniciar um novo curso ou trabalho (aliás é uma ótima lua para procurar emprego), começar reformas ou construções. Mudar de residência na lua nova inspira renovação, mas lembre que é uma lua misteriosa, ligada ao inconsciente.
Tenha coragem de levar adiante seus objetivos, comece aquela caminhada, mude para uma alimentação saudável, inicie uma atividade prazerosa a você. Sabe aquele curso que vem sempre adiando? Inicie na lua nova. Exponha suas idéias. Conheça pessoas diferentes, é uma ótimo período para isso.
Veja a noite escura da lua nova como um útero pronto a receber o óvulo que fará germinar a vida...

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mensagem para as mulheres

Hoje dia 8 de março se comemora o Dia da Mulher, mas acho que mais importante do que a midia faz ou, os presentes que "por acaso" lhe derem, é a sua própria convicção do valor imenso que você tem, a mulher traz em si o poder de amar, nutrir e proteger outros seres.
Bri. Maya Tiwari, diz em seu livro " O caminho da prática", que as mulheres sempre foram consideradas guardiãs das práticas que conduzem a uma vida mais saudável, assim, quando fortalecemos nossa saúde e nosso poder espiritual, estamos também fortalecendo a saúde e a sabedoria dos homens, das crianças e das comunidades que nos cercam. Hoje pense nisso e se fortaleça, busque dentro de você essa força do feminino que vem da Mãe natureza e já é inata em nós mulheres, dê a si mesma alguns presentes, mas não presentes que você compra, mas sim presentes onde você age e faz por você mesma.
Cito aqui algumas formas pra você fazer isso, algumas são minhas, outras tirei do livro " Mulheres que correm com os lobos, de Clarissa Pinkola Estés, editora Rocco:
...reler trechos de livros e poemas isolados que lhe comoveram. Ver novamente aquele filme em que quando terminou, deu vontade de começar de novo. Passar até mesmo alguns minutos junto a um rio, um córrego, um regato (vale até mesmo o lago do Jardim Botânico). Ficar deitada no chão, observando o passar das nuvens. Ficar com quem ame, sem ninguém por perto para incomodar. Sentar na varanda tricotando, tomando um chá, ou simplesmente, não fazendo nada, só deixando o tempo passar. Caminhar ou passear de carro por uma hora, em qualquer direção, e depois voltar. Apanhar um ônibus qualquer, com destino desconhecido. Tocar um instrumento, cantar bem alto ou dançar , sem medo de ser feliz. Assistir ao pôr do sol. Ir de carro a um lugar onde as luzes da cidade não prejudiquem a visão das estrelas. Orar com fé. Estar com uma amiga especial ou amigas especiais. Ficar sentada numa ponte com as pernas balançando no ar (aqui vale de novo a do jardim botânico). Sentar-se num circulo de árvores. Secar o cabelo ao sol. Brincar na chuva. Plantar, mexer na terra. Contemplar a beleza de uma flor. Embelezar-se para você mesma, colocar uma roupa que se sinta muito especial (adoro vestidos), passar perfume, cremes, mesmo que você vá ficar em casa. Sentar-se junto a uma janela num café e escrever, escrever o que vier à cabeça, escrever para uma amiga ou amigo distante no tempo ou fisicamente...tantas coisas simples a se fazer, não acha? E, não precisa ser só hoje, faça algo assim em todas as vezes que sentir que está se afastando dessa força e alegria do feminino!
Se você tiver mais dicas, mande pra mim.Vou adorar compartilhar!
Feliz dia da mulher!

Estamos na lua minguante

Dia 07/03, entramos na lua minguante, chamada de "lua sábia, a minguante leva consigo a sabedoria do tempo. É um momento que pede recolhimento, devemos relaxar, dispersando a energia acumulada durante a lua cheia.
Devemos avaliar as conquistas e os fracassos, perceber o porquê de não termos consguido fazer o que queríamos mas, sem nos desgastar em solucionar, agora, situações não resolvidas. Se soubermos parar para meditar, descansar, as soluções aparecerão brotando dessa calma da energia da minguante. Então respeite esse tempo, planeje mas deixe para agir com mais vigor e para iniciar projetos novos na lua nova.
Os últimos dias da minguante são chamados pelos astrólogos de "lua balsamica". É uma fase de cura, restaurações, rejuvenescimento.
Aproveite para finalizar o que começou. É um ótimo período para fazer aquela faxina em papéis velhos, arrumar gavetas e guarda-roupas, se desfazendo de tudo que não usa mais e que às vezes só está ali por termos pena de nos desfazer. É também a melhor fase para terminar um relacionamento.
Recolha-se, medite, ande por parques observando a natureza, ouça músicas relaxantes, aproveite para ficar com você mesmo (a).

segunda-feira, 1 de março de 2010

Mensagem da semana

Este texto recebi por email,achei muito bonito e quis compartilhar com vocês algumas partes:
Eu temia

Eu tinha medo de fracassar,
mas percebi que só fracasso se desistir.

Eu tinha medodo que as pessoas pudessem pensar de mim,
até que eu percebi que o que conta realmente é o que eu penso de mim mesmo, com consciência, lucidez e humildade.

Eu temia as perdas,
até que aprendi que as perdas não representam o fim, mas o inicio de um novo ciclo.

Temia ser ferido em meus sentimentos,
até que aprendi que ninguém consegue me ferir sem a minha permissão.

Temia as mudanças,
até que percebi as mudanças pelas quais tem que passar uma bela borboleta, antes de poder voar.

Eu ainda tinha medo de ficar só,
até que aprendi que a única pessoa que estará comigo em todos os momentos de minha vida sou eu mesmo.

Vamos enfrentar cada obstaculo à medida que apareçam em nossa vida, com coragem e confiança!
e lembre sempre de sorrir!

Boa semana!
Namastê!